Foi o profeta Oséias quem declarou: "Porque eu quero misericórdia e não o sacrifício e o conhecimento de Deus mais dos que os holocaustos" (Os 6:6). Tais palavras denunciavam o formalismo dos israelitas quando ofereciam as suas ofertas ao Senhor.
Naqueles dias ainda vigorava a prática dos sacrificios de animais destinados a diversas especificações (Holocaustos, Pacíficas, Pecado e Culpa), sem contar as ofertas não sangrentas.
No entanto, os israelitas conseguiram banalizá-los, transformando-os em meros ritos destituídos de qualquer significado (Is 1:10-19). Ainda nos dias de Jesus o povo continuava a agir de igual modo àqueles que os precederam (Mt 9:13; Mt 12:7).
Com a morte vicária de Cristo aqueles ritos próprios da Antiga Aliança, tornaram-se obsoletos e mostram-se profundamente incapazes de remover os pecados do homem (Jo 1;29; Hb 10:4; IJo 1:7).
Todavia parece-me que os pregadores modernos resolveram ressuscitar a teologia dos sacrifícios! Constantemente afirmam que Deus está à espera de algo que venhamos a sacrificar em favor Dele.
Dessa maneira introjetam nos crentes a idéia de que as bençãos que nos sobrevêem são resultados de algo que tenhamos feito por merecê-las. Na área financeira então, eles não sabem pedir outra coisa senão que o povo sacrifique de preferência tudo o que tiver!
Os crentes são sempre instados a fazer alguma coisa que possa agradar a Deus e assim convencê-lo de enviar suas bençãos, como se fossêmos merecedores de recebê-las.
É tanta bizarrice "medieval", que chega a provocar tristeza naqueles que são capazes de discernir tamanha ignorância bíblica.
As bençãos do Senhor não dependem da quantidade de coisas que fazemos com o intuito de impressioná-lo, e sim da sua imensa graça que o leva a agir favoravelmente em relação aos que lhe suplicam algo (Mt 8:1-3).
Uma vida obediente aos princípios da Palavra de Deus, vale muito mais do que qualquer sacrifício ou oferta que direcionemos à Ele (Sl 51;17). Se alguém quiser "sacrificar" a Deus, que ofereça a sua própria vida como oferta agradável ao Todo-Poderoso (Rm 12:1-2).
terça-feira, 7 de junho de 2011
terça-feira, 22 de março de 2011
O Padrão Bíblico Para o Casamento.
Já faz um tempinho que não escrevo nenhuma linha e a coloco neste espaço. São múltiplas as razões, todavia, hoje resolvi reservar alguns minutinhos, para que eu pudesse inserir uma reflexão.
Recentemente estava ministrando uma aula sobre a criação do homem, quando deparei-me outra vez com os versos de Gn 1:26-27. Imediatamente, veio a minha mente os discursos modernos adotados por algumas pessoas que consideram a Bíblia um livro ultrapassado e preconceituoso.
Mas afinal o que realmente o texto quer dizer? Após ter criado Adão (Adam = homem), Deus criou uma mulher (Eva = "mãe dos seres viventes"), com quem o primeiro homem viveria conjugalmente. Lá no capítulo 2, o próprio Deus ratifica essa união, que por Ele fora idealizada (Gn 2:24).
Diferente da postura adotada por um determinado grupo ideológico, o autor bíblico, ensina o real conceito de casamento! No verso 27, aparecem dois termos hebraicos, "zakar" e "neqibâ", que traduzidos, respectivamente significam "macho" e "fêmea".
Sendo assim, fica claro que não existe base bíblica, para apoiarmos qualquer outro tipo de relacionamento que fuja à esse padrão. As relações entre pessoas do mesmo sexo, sempre foram e continuarão sendo pecado para Deus.
Aqueles que pensam encontrar fundamento escriturístico para suas proposições teológicas, que defendem um tipo de casamento que não seja hétero-sexual, deveriam examinar melhor a Palavra de Deus e pedir a iluminação do Espírito Santo para que possam compreender corretamente os textos sagrados.
Que Deus continue tendo misericórdia de nossas vidas, pois carecemos imensamente de sua eterna graça!
Recentemente estava ministrando uma aula sobre a criação do homem, quando deparei-me outra vez com os versos de Gn 1:26-27. Imediatamente, veio a minha mente os discursos modernos adotados por algumas pessoas que consideram a Bíblia um livro ultrapassado e preconceituoso.
Mas afinal o que realmente o texto quer dizer? Após ter criado Adão (Adam = homem), Deus criou uma mulher (Eva = "mãe dos seres viventes"), com quem o primeiro homem viveria conjugalmente. Lá no capítulo 2, o próprio Deus ratifica essa união, que por Ele fora idealizada (Gn 2:24).
Diferente da postura adotada por um determinado grupo ideológico, o autor bíblico, ensina o real conceito de casamento! No verso 27, aparecem dois termos hebraicos, "zakar" e "neqibâ", que traduzidos, respectivamente significam "macho" e "fêmea".
Sendo assim, fica claro que não existe base bíblica, para apoiarmos qualquer outro tipo de relacionamento que fuja à esse padrão. As relações entre pessoas do mesmo sexo, sempre foram e continuarão sendo pecado para Deus.
Aqueles que pensam encontrar fundamento escriturístico para suas proposições teológicas, que defendem um tipo de casamento que não seja hétero-sexual, deveriam examinar melhor a Palavra de Deus e pedir a iluminação do Espírito Santo para que possam compreender corretamente os textos sagrados.
Que Deus continue tendo misericórdia de nossas vidas, pois carecemos imensamente de sua eterna graça!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Elocubrações evangélicas em períodos de eleições
Durante muitos anos para os evangélicos política sempre foi considerada do diabo, e por essa razão os crentes viveram alienados em relação à ela.
Hoje esse problema parece ter sido superado em alguns círculos eclesiásticos, e o que ocorre é exatamente o contrário, ou seja, uma busca desenfreada pela igreja em eleger pastores e demais crentes para os cargos eletivos.
O argumento usado é o de que "irmão vota em irmão". Esse discurso tendencioso, fruto de manipulação política em nossas igrejas, está eivado de equívocos.
Nos últimos pleitos ocorridos em nossa nação, ouvimos irmãos afirmarem que, se determinado candidato ganhasse as eleições para presidente, ele fecharia as igrejas evangélicas e perseguiria os crentes. Inclusive algumas lideranças chegaram a afirmar que os problemas do pais, seriam minorados, a medida que a igreja elegesse um presidente evangélico.
O tão temido candidato acabou sendo eleito, as igrejas não foram fechadas, pastores não foram cassados e tão pouco os crentes foram perseguidos.
Em nossos dias as "idéias fantasiosas" concernentes à possiveis retaliações aos crentes e pastores não saíram de moda. Obviamente que existem projetos de Leis que podem afetar diretamente as nossas crenças evangélicas encontradas na Bíblia.
Mas na lista de leis descritas por aqueles preocupados em proteger a igreja, a maioria não possui o menor respaldo constitucional!
A igreja não precisa de políticos que a defendam de seus inimigos, a igreja precisa sim, de crentes salvos por Jesus, que ao serem eleitos para os cargos públicos sejam pessoas que exerçam os seus respectivos mandatos de maneira que dignifiquem o nome de Cristo.
Os nossos irmãos ao serem conduzidos aos cargos eletivos, precisam ainda se lembrar que eles devem trabalhar, não apenas em favor de um grupo de cidadãos, mas sim pelos brasileiros em geral.
É de conhecimento geral que nestes últimos anos, os políticos evangélicos, com raríssimas exceções, deixaram rastros devido a participação nos escândalos politicos que muito enfeiaram e puseram em descrédito aqueles que ocupam cargos públicos.
No pleito que se aproxima, será fundamental que escolhamos conscientemente aqueles que estarão durante alguns anos criando leis e dirigindo os rumos da nação!
Mesmo sabendo que nossa pátria está nos céus, é mister que não só oremos pelos nossos governantes, mas também cumpramos a nossa cidadania escolhendo por meio do voto os líderes deste país.
Hoje esse problema parece ter sido superado em alguns círculos eclesiásticos, e o que ocorre é exatamente o contrário, ou seja, uma busca desenfreada pela igreja em eleger pastores e demais crentes para os cargos eletivos.
O argumento usado é o de que "irmão vota em irmão". Esse discurso tendencioso, fruto de manipulação política em nossas igrejas, está eivado de equívocos.
Nos últimos pleitos ocorridos em nossa nação, ouvimos irmãos afirmarem que, se determinado candidato ganhasse as eleições para presidente, ele fecharia as igrejas evangélicas e perseguiria os crentes. Inclusive algumas lideranças chegaram a afirmar que os problemas do pais, seriam minorados, a medida que a igreja elegesse um presidente evangélico.
O tão temido candidato acabou sendo eleito, as igrejas não foram fechadas, pastores não foram cassados e tão pouco os crentes foram perseguidos.
Em nossos dias as "idéias fantasiosas" concernentes à possiveis retaliações aos crentes e pastores não saíram de moda. Obviamente que existem projetos de Leis que podem afetar diretamente as nossas crenças evangélicas encontradas na Bíblia.
Mas na lista de leis descritas por aqueles preocupados em proteger a igreja, a maioria não possui o menor respaldo constitucional!
A igreja não precisa de políticos que a defendam de seus inimigos, a igreja precisa sim, de crentes salvos por Jesus, que ao serem eleitos para os cargos públicos sejam pessoas que exerçam os seus respectivos mandatos de maneira que dignifiquem o nome de Cristo.
Os nossos irmãos ao serem conduzidos aos cargos eletivos, precisam ainda se lembrar que eles devem trabalhar, não apenas em favor de um grupo de cidadãos, mas sim pelos brasileiros em geral.
É de conhecimento geral que nestes últimos anos, os políticos evangélicos, com raríssimas exceções, deixaram rastros devido a participação nos escândalos politicos que muito enfeiaram e puseram em descrédito aqueles que ocupam cargos públicos.
No pleito que se aproxima, será fundamental que escolhamos conscientemente aqueles que estarão durante alguns anos criando leis e dirigindo os rumos da nação!
Mesmo sabendo que nossa pátria está nos céus, é mister que não só oremos pelos nossos governantes, mas também cumpramos a nossa cidadania escolhendo por meio do voto os líderes deste país.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
A EXCELÊNCIA DA VOCAÇÃO
Vocação é a escolha feita por Deus, ao separar homens e mulheres para que o sirvam na sua obra, designando-os a fim de que exerçam eficazmente os seus respectivos ministérios.
As Escrituras destacam alguns personagens que foram escolhidos pelo Senhor e que servem de modelos para todos aqueles que também receberam do Eterno a oportunidade de atuar na seara do Mestre.
Comumente quem é escolhido pelo Espírito Santo, considera-se indigno e incapaz de exercer o ministério que à ele foi confiado. Moisés, declarou-se desqualificado para ser porta-voz de Jeová perante faraó, por ser "pesado de língua".
O servo de Deus reconhecia que devido ao tempo que viveu longe do Egito, havia perdido a fluência no idioma falado na terra dos faraós!
Jeremias quando soube que Deus o separara para o ministério profético, imediatamente procurou se desvencilhar dele, alegando não ser experiente para tamanha responsabilidade.
Tanto Moisés, quanto Jeremias, aprenderam que o Senhor quando chama alguém para serví-lo em sua obra, Ele costuma capacitá-lo!
Para resolver a falta de eloquência alegada por Moisés, o Senhor usaria como orador o irmão deste, enquanto Moisés, continuaria sendo o seu representante.
Com relação a inexperiência de Jeremias, o Soberano prometera colocar nos lábios do profeta as suas palavras.
Até hoje todos quantos receberam um chamado da parte de Deus, costumam sentir-se inadequados para atenderem o convite que lhes foi feito! O próprio Deus continua qualificando pessoas despreparadas e até mesmo consideradas indignas de assumir qualquer função eclesiástica.
A indignidade é uma outra marca presente na vida daquele que foi vocacionado. O homem honestamente admite que sua condição pecaminosa se constitui num impecilho para que ele se engaje na obra do Senhor.
O profeta Isaias, após ter visto ao Senhor no pleno exercício de seu governo, reconheceu o quanto a santidade de Deus constrastava com a sua pecaminosidade. Disse o profeta: "Ai de mim que vou perecendo, pois eu sou um homem de impuros lábios, habito no meio de um povo com lábios impuros e os meus olhos viram o Senhor dos Exércitos"!
Movido por sua bondade, o Senhor perdoou a maldade de Isaías, autorizando-o a sair proclamando a sua Palavra ao mundo.
Quanto privilégio o nosso Deus tem concedido àqueles que o servem com zelo e dedicação! O apóstolo Paulo expressou esse sentimento, ao registrar as seguintes palavras: "Eu sou o menor dos apóstolos e não sou digno de ser chamado apóstolo"!
Espera-se portanto dos vocacionados que reconheçam a excelência de seus ministérios e assim procurem servir ao Senhor com empenho e profunda sinceridade!
As Escrituras destacam alguns personagens que foram escolhidos pelo Senhor e que servem de modelos para todos aqueles que também receberam do Eterno a oportunidade de atuar na seara do Mestre.
Comumente quem é escolhido pelo Espírito Santo, considera-se indigno e incapaz de exercer o ministério que à ele foi confiado. Moisés, declarou-se desqualificado para ser porta-voz de Jeová perante faraó, por ser "pesado de língua".
O servo de Deus reconhecia que devido ao tempo que viveu longe do Egito, havia perdido a fluência no idioma falado na terra dos faraós!
Jeremias quando soube que Deus o separara para o ministério profético, imediatamente procurou se desvencilhar dele, alegando não ser experiente para tamanha responsabilidade.
Tanto Moisés, quanto Jeremias, aprenderam que o Senhor quando chama alguém para serví-lo em sua obra, Ele costuma capacitá-lo!
Para resolver a falta de eloquência alegada por Moisés, o Senhor usaria como orador o irmão deste, enquanto Moisés, continuaria sendo o seu representante.
Com relação a inexperiência de Jeremias, o Soberano prometera colocar nos lábios do profeta as suas palavras.
Até hoje todos quantos receberam um chamado da parte de Deus, costumam sentir-se inadequados para atenderem o convite que lhes foi feito! O próprio Deus continua qualificando pessoas despreparadas e até mesmo consideradas indignas de assumir qualquer função eclesiástica.
A indignidade é uma outra marca presente na vida daquele que foi vocacionado. O homem honestamente admite que sua condição pecaminosa se constitui num impecilho para que ele se engaje na obra do Senhor.
O profeta Isaias, após ter visto ao Senhor no pleno exercício de seu governo, reconheceu o quanto a santidade de Deus constrastava com a sua pecaminosidade. Disse o profeta: "Ai de mim que vou perecendo, pois eu sou um homem de impuros lábios, habito no meio de um povo com lábios impuros e os meus olhos viram o Senhor dos Exércitos"!
Movido por sua bondade, o Senhor perdoou a maldade de Isaías, autorizando-o a sair proclamando a sua Palavra ao mundo.
Quanto privilégio o nosso Deus tem concedido àqueles que o servem com zelo e dedicação! O apóstolo Paulo expressou esse sentimento, ao registrar as seguintes palavras: "Eu sou o menor dos apóstolos e não sou digno de ser chamado apóstolo"!
Espera-se portanto dos vocacionados que reconheçam a excelência de seus ministérios e assim procurem servir ao Senhor com empenho e profunda sinceridade!
quarta-feira, 30 de junho de 2010
A MERCANTILIZAÇÃO DA FÉ
Ao longo do seu ministério Paulo sofreu com a desconfiança da parte de alguns indivíduos, que passaram a questionar a moral do referido apóstolo e embaixador de Cristo.
Segundo diziam os seus oponentes, Paulo tinha interesses meramente materiais, sendo alguém que objetivava somente espoliar os membros das comunidades cristãs.
Em IICo 2:17, este servo de Deus defende-se afirmando não ser como tantos outros de seu tempo, que defraudavam os irmãos. Parece-me que aqueles obreiros mercantilistas fizeram escola, pois hoje em dia a pregação do Evangelho virou um excelente negócio para alguns líderes eclesiásticos. (At 20:28-29)
No entanto, ainda que saibamos da existência de líderes desonestos no meio evangélico, convém ressaltar que a maioria dos pastores é composta por gente séria e comprometida com Deus.
Temos em nosso meio exemplos belíssimos de lideres possuidores de uma moral ilibada, contra os quais não pesa qualquer tipo de acusação. (ITm 3:1-7)
Que a cada dia o Senhor nos conceda pastores segundo o seu coração, e que saibam pastorear o seu povo com sabedoria. (Jr 3:15)
Àqueles que pregam a Palavra de Deus, o próprio Cristo advertiu que não devem fazê-lo com o objetivo de alcançar lucro material. Segundo Jesus curar os doentes e até mesmo ressuscitar mortos, não devem servir de motivos para o enriquecimento pessoal do obreiro. (Mt 10:8)
O fim daqueles que visam obter recursos materiais através da pregação cristã, será profundamente tenebroso, pois o Senhor se encarregará de castigá-los a seu tempo. (Jd 11)
É triste ver como certos pastores só aceitam convites para pregarem se a igreja hospedeira estiver disposta a pagar o preço por eles previamente estabelecidos. Mas não pensemos que esta postura é adotada apenas por determinados pregadores, existem vários cantores do movimento gospel, que cobram quantias exorbitantes para se apresentarem em nossos templos.
Sobre nossos ombros pesa uma enorme responsabilidade, a de não ajudar a promover tais vendilhões eclesiásticos, pois enquanto dermos espaço para eles, convidando-os para os eventos que realizamos, os veremos enriquecendo às custas do povo. Que Deus nos salve dessa gente!
Segundo diziam os seus oponentes, Paulo tinha interesses meramente materiais, sendo alguém que objetivava somente espoliar os membros das comunidades cristãs.
Em IICo 2:17, este servo de Deus defende-se afirmando não ser como tantos outros de seu tempo, que defraudavam os irmãos. Parece-me que aqueles obreiros mercantilistas fizeram escola, pois hoje em dia a pregação do Evangelho virou um excelente negócio para alguns líderes eclesiásticos. (At 20:28-29)
No entanto, ainda que saibamos da existência de líderes desonestos no meio evangélico, convém ressaltar que a maioria dos pastores é composta por gente séria e comprometida com Deus.
Temos em nosso meio exemplos belíssimos de lideres possuidores de uma moral ilibada, contra os quais não pesa qualquer tipo de acusação. (ITm 3:1-7)
Que a cada dia o Senhor nos conceda pastores segundo o seu coração, e que saibam pastorear o seu povo com sabedoria. (Jr 3:15)
Àqueles que pregam a Palavra de Deus, o próprio Cristo advertiu que não devem fazê-lo com o objetivo de alcançar lucro material. Segundo Jesus curar os doentes e até mesmo ressuscitar mortos, não devem servir de motivos para o enriquecimento pessoal do obreiro. (Mt 10:8)
O fim daqueles que visam obter recursos materiais através da pregação cristã, será profundamente tenebroso, pois o Senhor se encarregará de castigá-los a seu tempo. (Jd 11)
É triste ver como certos pastores só aceitam convites para pregarem se a igreja hospedeira estiver disposta a pagar o preço por eles previamente estabelecidos. Mas não pensemos que esta postura é adotada apenas por determinados pregadores, existem vários cantores do movimento gospel, que cobram quantias exorbitantes para se apresentarem em nossos templos.
Sobre nossos ombros pesa uma enorme responsabilidade, a de não ajudar a promover tais vendilhões eclesiásticos, pois enquanto dermos espaço para eles, convidando-os para os eventos que realizamos, os veremos enriquecendo às custas do povo. Que Deus nos salve dessa gente!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Dica de Leitura
Atualmente estou lendo "Escavando a Verdade: A arqueologia e as incríveis histórias da Biblia" de autoria do Rodrigo Silva, publicado pela Casa Publicadora Brasileira.
O autor através de uma liguagem simples e objetiva, aborda alguns princípios fundamentais da arqueologia bíblica, bem como as suas importantes descobertas, que ratificam a veracidade das Escrituras Sagradas. Boa Leitura!
O autor através de uma liguagem simples e objetiva, aborda alguns princípios fundamentais da arqueologia bíblica, bem como as suas importantes descobertas, que ratificam a veracidade das Escrituras Sagradas. Boa Leitura!
terça-feira, 22 de junho de 2010
Futebol e Religião
O principal jogador de nossa seleção de futebol, que está na África do Sul disputando a copa do mundo,o Kaká, em entrevista coletiva hoje declarou estar sendo vítima de perseguição religiosa por parte de uma jornalista, que segundo ele seria ateu.
Realmente os jogadores cristãos que costumam expressar a sua fé em Jesus Cristo e andam em conformidade com a Palavra de Deus, sofrem discriminação devido aos seus valores evangélicos.
No caso de Kaká, possivelmente as críticas proferidas pelo jornalista citado na entrevista, sejam motivadas também pelo fato do nosso irmão em Cristo ser presbítero de uma igreja, cujos líderes fundadores já estiveram presos, acusados de cometerem alguns crimes!
Que o Eterno continue dando sabedoria a todos os atletas cristãos, a fim de que eles possam continuar testemunhando de Cristo dentro e fora dos gramados! Quanto aos críticos, só nos resta orar por eles, para que Satanás não continue os cegando, impedindo-os de se aproximarem de Cristo Jesus. Deus abençoe a todos!
Realmente os jogadores cristãos que costumam expressar a sua fé em Jesus Cristo e andam em conformidade com a Palavra de Deus, sofrem discriminação devido aos seus valores evangélicos.
No caso de Kaká, possivelmente as críticas proferidas pelo jornalista citado na entrevista, sejam motivadas também pelo fato do nosso irmão em Cristo ser presbítero de uma igreja, cujos líderes fundadores já estiveram presos, acusados de cometerem alguns crimes!
Que o Eterno continue dando sabedoria a todos os atletas cristãos, a fim de que eles possam continuar testemunhando de Cristo dentro e fora dos gramados! Quanto aos críticos, só nos resta orar por eles, para que Satanás não continue os cegando, impedindo-os de se aproximarem de Cristo Jesus. Deus abençoe a todos!
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